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O QUE EU APRENDI COM A MANU

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          pra quem ainda não sabe tenho uma irmã de 5 anos, e existem alguns momentos que ela me ensina muito simplesmente por ser  criança e ingênua. a espontaneidade é uma das coisas mais belas que se existe em uma criança, são cercadas de pérolas de sabedoria, e que de alguma forma nos faz conectar com a nossa criança interior.        a manu ainda está vivendo muitas descobertas, tudo pra ela é muito novo, legal, divertido,algo que pra mim já é normal, pra ela é tipo UOWWWWW, e engraçado que ela fala exatamente assim.           nessa foto em questão, estávamos indo visitar uma tia ( ANTES DA PANDEMIA), e ela toda animada porque ia passear de carro, ver a tia, e começou a observar as árvores e me mostrar o que ela achava de cada árvore que ela via, ela sempre dizia : olha Thays aquela árvore que grande, olha aquela pequenininha, olha aquela sem folha, achei tão lindo o momento que acabei tirando essa foto. ...

LIÇÕES QUE APRENDI COM THIS IS US

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    Eu sempre quis muito assistir essa série. Pelas vezes que vi aleatoriamente na tv e do tanto que as pessoas falam muito bem da série. E olha não erraram. A série é realmente incrível e ganhou meu coração de uma forma, que precisei muito escrever o que aprendi assistindo e compartilhar com vocês.  E já avisando, possui spoiler.        O QUE EU APRENDI SOBRE O TEMPO acho incrível em como a série aborda o passado e o presente em três tempos diferentes. isso é muito incrível porque te contextualiza a história de cada personagem de forma completa e complexa, te traz uma noção e compreensão do porquê eles são do jeito que são. e acho que aqui a grande lição é que somos todos complexos e resultados das nossas infinitas experiências que vivemos e estamos vivendo. isso faz com que se veja de forma complexa, e entender que não dar pra nos resumir em uma coisa só. Somo um universo inteiro. Isso nos ajuda a criar mais empatia com suas questões como insegurança...

sobre desistir e fracasso

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A gente  escuta desde sempre, que nunca podemos desistir, que se você desistir será um fracasso. E ai a gente escuta todas as frases sobre perseverança e força: tem que estudar até passar, só consegue quem não desiste, sem dor sem ganho, foco força e fé, é tudo da sua cabeça, tudo depende da sua força de vontade e por ai vai...    A gente tem aqui uma supervalorização da perseverança, que até me arrisco dizer que me adoeceu. E ainda tenho grandes dificuldades de lidar com isso, e por vezes me sinto um fracasso. Mas ai que ta,   A GENTE VAI FALHAR! E vai se cansar,vai fracassar, vai se frustrar e vai dar errado e vamos sofrer com isso, e isso faz total parte da vida, mas a super valorização da perseverança e do sucesso faz com que não criemos espaço pra errar, falhar e mudar de rota e desistir daquilo que não faz mais sentido.       E ai adoecemos, nos perdemos de nós mesmos, e nos vemos em uma corrida por algo que já se perdeu com tempo e com...

reciprocidade.

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RECIPROCIDADE.          sou uma eterna observadora da vida, e de tudo que a cerca. gosto de pensar, refletir, chegar em conclusões bem interessantes que busco por um longo período,ou ás vezes não chego a lugar nenhum, e apenas aprecio o caos e a bagunça que a vida me dispõe.        numa dessas reflexões, me peguei pensando sobre as relações em um contexto geral, e o que cada relação representa na minha vida, e acredito muito que as relações que alimentamos em nossa vida dizem muito sobre nós e a maneira como vemos a vida. acredito que elas nos influenciam muito, e que pode tornar a nossa vida mais leve ou mais pesada.     e me peguei me perguntando o que faz uma relação ser saudável e leve, e o que a torna pesada? e penso que não exista algo exatamente perfeito, e que se fazemos isso ou aquilo nossas relações serão saudáveis, afinal todos nós temos nossas sombras, e nem sempre estamos bem, ou na nossa melhor fase, e entender a nossa...

life is a mess.

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a vida é uma grande bagunça.      no meu processo de evolução e despertar da consciência de mim mesma, dos meus comportamentos e dos comportamentos que me rodeavam, a grande aliada desse processo foi a leitura, com um tipo específico: desenvolvimento pessoal. esses livros possuem sim uma riqueza e aprendizado, mas acho que cheguei em um momento que esse tipo de leitura não faz mais sentido pra mim.    acho que a grande questão é a solução rápida que esse tipo de conteúdo sugere. como se tudo fosse simples, rápido e fácil de se resolver.    mas estamos longe de sermos simples. e isso não é algo necessariamente ruim. toda mudança leva tempo, gera alguns conflitos e tudo bem, aprender a apreciar nossas estações e fases da vida torna tudo mais bonito e leve.    nosso caos não tem uma única resposta simples e rápido, apressamos tanto as coisas, que estamos apressando todos nossos ciclos, incluindo nossa morte. eu passei a maior parte da minha vida...

ir embora

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Partidas         hoje é um domingo à noite, encerrado com uma temporada de horas de filmes infantis com minha irmã de 5 anos. assisti 3 filmes de animação em seguida, e todos eles me inspiraram de tal maneira que precisei escrever, colocar pra fora aquilo que me tocou de forma especial. e com certeza o meu preferido foi toy story.     toy story é o filme que mais amo no mundo, eu me identifico de tantas maneiras com aqueles brinquedos, que talvez nenhum culto religioso me faça ficar tão conectada comigo mesma como esse filme me faz ficar. ele fala sobre identidade, amizade, lealdade, coragem, medo, e o que mais me tocou no filme de hoje: despedidas.     o woody sempre foi destemido, e tinha sempre em mente seu propósito de vida, e apesar de sempre ter desafios em volta do seu valor de vida, isso o guiou por todos os momentos que ele passou, e ajudou todos que estavam ao seu lado, de uma forma bela e inspiradora, e quando chega no quarto filme , el...

eu tô muito Jungiana !

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complexidades é o nome bonito que a gente dá pra quando não conseguimos chegar em alguma conclusão que alivie nossa alma e espírito. é quando por mais que tentamos entender, o esforço se torna inútil e em vão. já falei um pouco sobre como somos sombras e luz ao mesmo tempo, por mais belo e poético que possa soar, conviver com ambas as partes pode ser um pouco complexo e complicado.    ter consciência de si mesmo e de suas sombras pode ser um pouco intimador, mas necessário pra desenvolvermos em nós empatia e compaixão. pois se sinto inveja de alguém e me comparo, posso trazer a minha consciência e reconhecimento e trabalhar nisso, e estou um pouco mais aberta a acolher alguém que sente o mesmo. apesar de ser um pouco desconfortável falar sobre nossas inseguranças e vulnerabilidades, elas merecem nossa atenção, nosso cuidado e acolhimento, usando os desconfortos como autoconhecimento é um dos melhores caminhos pra lidar com nossas sombras e desenvolvermos empatia e conexão ...