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Mostrando postagens de junho, 2020

life is a mess.

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a vida é uma grande bagunça.      no meu processo de evolução e despertar da consciência de mim mesma, dos meus comportamentos e dos comportamentos que me rodeavam, a grande aliada desse processo foi a leitura, com um tipo específico: desenvolvimento pessoal. esses livros possuem sim uma riqueza e aprendizado, mas acho que cheguei em um momento que esse tipo de leitura não faz mais sentido pra mim.    acho que a grande questão é a solução rápida que esse tipo de conteúdo sugere. como se tudo fosse simples, rápido e fácil de se resolver.    mas estamos longe de sermos simples. e isso não é algo necessariamente ruim. toda mudança leva tempo, gera alguns conflitos e tudo bem, aprender a apreciar nossas estações e fases da vida torna tudo mais bonito e leve.    nosso caos não tem uma única resposta simples e rápido, apressamos tanto as coisas, que estamos apressando todos nossos ciclos, incluindo nossa morte. eu passei a maior parte da minha vida...

ir embora

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Partidas         hoje é um domingo à noite, encerrado com uma temporada de horas de filmes infantis com minha irmã de 5 anos. assisti 3 filmes de animação em seguida, e todos eles me inspiraram de tal maneira que precisei escrever, colocar pra fora aquilo que me tocou de forma especial. e com certeza o meu preferido foi toy story.     toy story é o filme que mais amo no mundo, eu me identifico de tantas maneiras com aqueles brinquedos, que talvez nenhum culto religioso me faça ficar tão conectada comigo mesma como esse filme me faz ficar. ele fala sobre identidade, amizade, lealdade, coragem, medo, e o que mais me tocou no filme de hoje: despedidas.     o woody sempre foi destemido, e tinha sempre em mente seu propósito de vida, e apesar de sempre ter desafios em volta do seu valor de vida, isso o guiou por todos os momentos que ele passou, e ajudou todos que estavam ao seu lado, de uma forma bela e inspiradora, e quando chega no quarto filme , el...

eu tô muito Jungiana !

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complexidades é o nome bonito que a gente dá pra quando não conseguimos chegar em alguma conclusão que alivie nossa alma e espírito. é quando por mais que tentamos entender, o esforço se torna inútil e em vão. já falei um pouco sobre como somos sombras e luz ao mesmo tempo, por mais belo e poético que possa soar, conviver com ambas as partes pode ser um pouco complexo e complicado.    ter consciência de si mesmo e de suas sombras pode ser um pouco intimador, mas necessário pra desenvolvermos em nós empatia e compaixão. pois se sinto inveja de alguém e me comparo, posso trazer a minha consciência e reconhecimento e trabalhar nisso, e estou um pouco mais aberta a acolher alguém que sente o mesmo. apesar de ser um pouco desconfortável falar sobre nossas inseguranças e vulnerabilidades, elas merecem nossa atenção, nosso cuidado e acolhimento, usando os desconfortos como autoconhecimento é um dos melhores caminhos pra lidar com nossas sombras e desenvolvermos empatia e conexão ...